Como membros do clube da comunicação social, e associados do clube da imprensa internacional, recebemos o guião do que se passou nas casas de banho do sporting após o jogo com o grande Mafra.
Resta-nos acrescentar que os nomes que surgem na peça, não são pura coicidência.
Era uma vez Tudo começou num dos problemas que parecem não ter solução: o relvado campo de batatas. Por causa de um tufo,(de cabelo?) Patrício falhou (nada de novo, portanto) um pontapé e voltou (alguma vez de lá saiu?) aos momentos negros que o ensombraram nos primeiros tempos. Da bancada, além dos impropérios (caralhadas e afins) ao guardião, choveu um nome ( e cocó de cão) – Stojkovic. “Estou farto!(ou extou farrto) O garoto tem salvo a equipa e só sabem dizer mal e assobiar”(cambada de filhos da puta, acrescentou), comentou Liedson, a chorar amuado por não ser opção frente ao Mafra (as substituições estavam esgotadas). “Tens de respeitar os adeptos, (ó palhaço de merda). Eles(aqueles burros) pagam o teu ordenado e o de toda a gente”, respondeu Sá Pinto, já desagradado a espumar da boca ”Não quero saber, nunca mais vou agradecer nada. Eu falo o que me apetecer”, gritou o avançado. O (antigo) director sentiu-se desrespeitado a levar baile E ficou fulo, ou fodido comó caralho! Mas o pior estava para vir: depois de gritar falar com Carvalhal, Sá Pinto reuniu o grupo de merdosos, deu os parabéns por mais um triunfo(à rasca) (sublinhando, contudo, algum facilitismo(borraram a cueca após o 4-1) e ia começar a dissecar o confronto. “Tens a mania que és chefe mas devias era defender-nos na baliza porque o puto não joga nada”, disse Liedson, exaltado e já a gaguejar. “Tu é que pensas que mandas nisto tudo mas tens de respeitar-me, sou o director desta merdalheira”, soltou Sá Pinto, de dedo em riste, antes de levar amarelo. O baiano sentiu-se ameaçado com vontade de fazer cocó. “Não me apontas o dedo, ó maricas”, disparou antes de dar uma palmada( granda maricas, uma palmada) na mão do antigo companheiro (oi?). Que respondeu com dois socos nas fuças. E só aqui é que foram separados por uma baldaça de água quente atirada pelo atrasado mental Paulinho .
Ninguém acreditava no que acontecera, todos estavam de boca aberta. Sá Pinto, que durou apenas 70 dias no cargo, encontrou-se com Bettencourt num quarto na baixa pombalina, explicou o enredo da merda que tinha feito, pediu ajuda à PSP a demissão e foi limpar o cacifo com um pano vileda (diz quem veio a seguir que o cacifo cheirava a Cif limão) a Alcochete de madrugada, antes que viessem todos os outros mortinhos por lhe arrear. Depois tentou escrever escreveu a carta ao plantel, mas desistiu lembrando-se que apenas 3 jogadores sabiam ler. Pretendia ele enaltecer a falta de profissionalismo dos jogadores, desejando sucesso mas realçando: “Quando uma pessoa não é respeitada perde a autoridade e eu é que era o presidente da junta.” Já Liedson tentou analisar, (mas estava de óculos escuros) o sucedido com a SAD, levou uma multa outra carga de porrada e tem um processo disciplinar em curso que, no limite, poderá agravar a sanção pecuniária, ou seja terá de arrotar com mais guita que se lixa.
“Estava à espera. Sá Pinto tinha anti-corpos no balneário. Mas isto foi demais”, diz-nos uma fonte luminosa. Ao que parece, Liedson tem-se revoltado insurgido, de forma directa ou indirecta, perante “injustiças” como a não titularidade do amigo Polga ou as ausências na convocatória do Caneira e do Abel. Encontrei o Liedson e o Vuk, no quarto na Madeira, nada mais. Diz-nos mais uma fonte!
“Liedson sabia que Sá Pinto podia explodir e colocou-lhe um detonador na pochete Luis Vutton”, analisa Octávio Machado. “Nem as vitórias acalmaram o balneário. (Mas quais? as 5 seguidas?) Há uma espécie de paz podre”, e por isso cheira mal que tresanda, chegando-se a temer um ataque de traques” lança uma fonte (mais uma) próxima do grupo, que teme se borra todo, que Liedson já esteja a sofrer ameaças veladas dos adeptos mais radicais. “Sá Pinto foi pisando terreno armadilhado, terreno que a brigada anti minas ainda não tinha desminado”, salienta outra (fonte?).
Pelos vistos, este não foi o primeiro confronto. E não terá sido o último. Houve até uma outra fonte que disse que eles os dois se costumam encontrar num bairro de lisboa, onde se degladiam até haver knock out. (ou o levezinho fazer um rotativo que dê cabo da cremalheira do Sá). O mundo das apostas ilegais é outro dos motes para estes combates, tipo duelo imortal!
Aguardamos novas novidades fresquinhas!
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